Algumas palavras

Deveria tomar cuidado com as palavras, mas não o faço. Todos devem saber a verdade, não importa o quão dolorida esta seja! Idealista, talvez!
Se está aqui, sabe que não encontrará nenhum Machado de Assis nas minhas complicadas palavras. Contudo, poderá encontrar sentimentos fortes e sinceros como nos delírios de Bento Santiago.
Espero que minhas palavras possam mexer com o sentimento de cada um. Mesmo que odeiem o que estão lendo, ao menos ainda estão sentindo!
Desculpem-me antecipadamente por tudo, e uma boa leitura!

sábado, 30 de outubro de 2010

Suspiro de nostalgia

O sentimento é nostalgia e passa por casa centímetro de meu corpo. O gatilho que o impulsiona é, basicamente, tudo. Um cheiro, um olhar, uma música, um modo de falar...
Qualquer coisa me faz reviver momentos inesquecíveis que ficaram no passado. E mesmo continuando lá, parecem estar mais presentes que a própria realidade. Talvez porque não estejam no passado por vontade própria e sim por uma brincadeira do destino.
Talvez sem isso, afinal porque o destino brincaria comigo? Talvez por mais que devesse realmente ser assim, meu inconsciente vê tudo diferente, tudo errado e sendo assim, a nostalgia continuará fluindo até meu ultimo suspiro.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Paixão

As vezes dói mais do que podemos agüentar, como se estivéssemos mortos de tanto sentir.

Se pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos um pouco de paz, mas seriamos vazios.

Sem paixão estaríamos mortos de verdade.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Perda

Não sei se a dor que se sente quando se perde alguém pode ser comparada a qualquer dor existente. Parece que por dentro você se contorce e tudo fica vazio. Quanto mais próxima é a pessoa mais essa sensação se eleva, piora. Fica-se incapaz de pensar, agir e até a respiração parece impossível.

São aqueles que mais nos amam que nos fazem ficar assim, principalmente aqueles que ficam. A dor nos olhares cabisbaixos é tão inexplicável quanto a dor que se sente dentro de si.

Um tesouro muitíssimo valioso deixou a vida que nós conhecemos e ver os olhos de sua amada pela dor da perda foi o que mais me fez sentir inútil. Inútil por não ser capaz de tirar a dor de uma pessoa que tanto amo, inútil por ver que nada poderia ser feito para reverter o acontecido.

Ele acreditava que existe uma vida após a morte, ou melhor, uma vida após a vida. Sempre me ensinou que a fé é a parte mais importante de uma pessoa e que sem ela não há nada para que viver. Não sou muito religiosa e não costumo pedir a interferência divina. Mas hoje, eu peço. Peço que cuide de mim e me de forças para apoiar os que continuam aqui.

As pessoas continuam dizendo que sentem muito pelo que ocorreu, porem falar sobre isso agora não será o mais fácil. Agradeço a quem disse sinceramente tais palavras, mas o que eu realmente acredito, é que ele não se foi, ainda esta aqui e continuara cuidando de todos como sempre fez, apenas de um modo diferente.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Bi, para você!

Um novo começo, um novo texto para ser corrigido, repassado.

Pode ter tantos erros quanto for, mas será a nossa historia, a nossa vida que será escrita.

Quando chegarmos ao fim, veremos o trabalho que foi feito e sentiremos orgulho, uma da outra. Teremos mostrado a todos que não acreditam em nos o quanto somos capazes de mudar o que nos incomoda, o quanto podemos melhorar.

Você foi o anjo que colocaram no meu caminho, e mesmo achando que tudo é uma besteira e que eu sou muito Bi, eu digo que te amo, do jeito que você é e não mudaria nada!

Muitas duvidas surgirão e com elas as respostas, porque vamos discuti-las em conjunto, mesmo sendo somente nós duas!

Sempre estarei aqui mesmo que for para ouvi-la gritar HOT DOG ou para ouvir suas lamentações e pensamentos sombrios como um homicídio duplo qualificado!

Amo-te, incondicionalmente e espero que saiba que isso não vai mudar, independente de quanto nós mudarmos.

domingo, 18 de julho de 2010

De menino para menina

Amei sim, eu te amei cada minuto.

Minha vida toda estive na condição de que nenhuma mereceria todo o amor que eu podia proporcionar, já hoje em dia muitas coisas mudaram, inclusive os papéis que chegaram até mesmo a uma reviravolta tamanha, que já não caibo mais em posições tais como “sofrendo de amor” ou “Sempre amando sempre sofrendo”!

Agora eu causo isso, eu faço com que ela sofra. Mas já estive nessas condições e sei que ela não consegue me odiar por mais que ela queira. Simplesmente incapaz. Mal consegue se questionar sobre não me amar.

Não consigo me agredir mesmo sabendo o quanto fui covarde. E o que ela me disse, como pode ser verdade, ela não sabe o que fala.

Talvez o que acabei de mencionar servisse há algum tempo, porem neste inverso, certamente não é mais valido.

Sinceramente, como pude? Eu não sei. Ou talvez uma resposta simplória: quem sabe eu não sou o mais popular cachorro!

A ultima coisa que eu quero que saiba é que eu ainda te amo. E por isso sei que merece alguém melhor.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Inesperado

Momentos únicos que vem da mais completa espontaneidade. Nessas horas a moral deixa a desejar e é esquecida por quem se deixa dominar pela vontade. Uma vontade inesperada, tão espontânea quanto o ato em si.

Um beijo leva a outro e quando se vê, as coisas já saíram do controle. Como isso é possível? Como a moral pode ser esquecida tão facilmente?

Depois vem a culpa, a sensação de que aquilo deveria ter sido evitado, contudo vem a certeza de que se repetido, aconteceria tudo outra vez.

Arrependimento é uma palavra sem significado. “Arrependo-me apenas das coisas que deixo de fazer”, talvez seja a única frase em que essa palavra se encaixe. Então porque a culpa? Porque essa sensação que não deixa a mente se tranqüilizar?

Um momento espontâneo que fica impregnado nos mais profundos pensamentos. Talvez a culpa seja na realidade a sensação de satisfação extrema que por tempos não se sentiu. Tanto tempo que até mesmo foi esquecida.

Não se pode voltar atrás, muito menos nos momentos de espontaneidade e as conseqüências vêm sem que se possa mudá-las.

As lembranças, as conseqüências e as sensações, poderiam se esvair, mas dizem que nada tem um fim, tudo se conecta e até que o próximo acontecimento venha e tome o lugar de importância do primeiro, estará este vivido na mente perturbada que espera em vão a calmaria que nunca chegará.

sábado, 19 de junho de 2010

Para você

A escuridão se vai quando deixamos a luz entrar.